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Cristianismo hoje é mais forte nos países da Europa onde foi banido pelo comunismo Estudo mostra que ex-repúblicas soviéticas viram a fé ser preservada de modo surpreendente Facebook Twitter por Jarbas Aragão Imagem: Mazur Cidadãos dos países europeus que viveram sob o comunismo hoje são mais religiosos e menos propensos a aceitar casamento homoafetivo e o aborto, sugere uma pesquisa recente. O levantamento do Instituto de Pesquisas Pew mostra como a divisão religiosa continental afeta visões sociais e políticas dos seus habitantes. O estudo, elaborado ao longo de dois anos, entrevistou mais de 56.000 adultos de 34 países do Velho Continente. “O cristianismo é há muito tempo a religião predominante na Europa, e continua sendo a filiação religiosa majoritária em 27 dos 34 países pesquisados”, destaca o relatório do Pew. “Essa identidade religiosa inclui as três principais tradições cristãs – catolicismo, protestantismo e ortodoxia.” Enquanto os ortodoxos são maioria no Leste Europeu, os países de maioria católica ficam no centro e no sudeste da Europa. Já o protestantismo é dominante no norte e na Escandinávia. Ao mesmo tempo, a Europa Ocidental tem uma crescente população dos chamados “sem religião” e vê o islamismo ganhando força. Ex-bloco soviético As pessoas que vivem em países do antigo bloco soviético, que estiveram por décadas sob o comunismo ateísta imposto pela Rússia, atualmente são mais propensas a dizer que o cristianismo é “importante” para sua identidade nacional. Por exemplo, 82% dos armênios e 81% dos entrevistados da Geórgia disseram que o cristianismo era determinante para sua identidade nacional, em países como Suécia, Dinamarca e Bélgica tal afirmação só foi validada por cerca de 20% dos cidadãos. Num segundo bloco, cerca de 70% de cidadãos de Romênia, Grécia e Sérvia disseram que ser cristão é importante para sua identidade nacional, enquanto uma média de apenas 37% dos moradores de França, Reino Unido, Alemanha e Espanha concordam com tal afirmação. Nos países com maiores índices de católicos como Itália e Irlanda, a percepção da fé cristã como parte da identidade é bem dividida, com apenas metade (50%) dos moradores subscrevendo à declaração. Discordâncias com a Igreja A pesquisa também indica um “declínio significativo” no número de pessoas que se declaram cristãos em toda a Europa Ocidental – especialmente em países como Bélgica, Noruega, Holanda, Espanha e Suécia. Em cada um desses países há uma diferença de pelo menos 20% entre as pessoas que dizem que nasceram em uma família cristã e os que se declaram cristãos depois de adulto. De acordo com Pew, há várias razões diferentes para isso. Uma das principais é que essas pessoas discordam dos ensinamentos tradicionais da Igreja sobre questões como homossexualidade e aborto. “Essa tendência não é vista na Europa Central e do Leste, onde os percentuais de cristãos na população têm se mantido estáveis ​​ou cresceram”, conclui o levantamento. “De fato, em uma parte da região onde os regimes comunistas reprimiram o culto religioso, a filiação cristã mostrou um ressurgimento em alguns países desde a queda da URSS, em 1991. Na Ucrânia, por exemplo, mais pessoas dizem que são cristãs agora (93%) do que as que nasceram em famílias cristãs (81%), o mesmo vale para Rússia, Bielorrússia e Armênia. A pesquisa do Pew também descobriu que os europeus que vivem em países do antigo bloco soviético são mais propensos que os europeus ocidentais a considerar a religião “muito importante” em suas vidas, a frequentar serviços religiosos regularmente e fazer da oração parte de sua rotina diária. Em comparação, apenas dez por cento dos entrevistados da França, Alemanha e Reino Unido disseram a mesma coisa. Outro dado levantado pelo Pew é que menos de dois terços dos entrevistados da maioria dos países da Europa Ocidental disseram acreditar em Deus. Em países como Holanda, Bélgica e Suécia, onde há grandes percentual de “não religiosos”, menos da metade dos adultos acreditam em Deus. Casamento homoafetivo e aborto Em países como Rússia, Geórgia, Armênia e Moldávia, mais de 90% dos entrevistados se opõem ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Pelo menos oito em cada dez pessoas da Ucrânia, Sérvia, Lituânia, Bielorrússia e Bósnia, e sete em cada dez na Letônia, Estônia, Romênia e Grécia também disseram opor-se ao casamento gay. No outro extremo, pelo menos oito em cada dez pessoas da Suécia, Dinamarca, Holanda e Bélgica apoiam a legalização do casamento de homossexuais. O percentual caiu um pouco, mas é o pensamento da maioria das pessoas que vivem na Espanha, Reino Unido, Alemanha, Suíça, França, Áustria e Noruega. Quando se trata da legalização do aborto, em apenas sete países a maioria da população se opõe, quase todas nações que foram comunistas no passado: Geórgia (85%), a Moldávia (79%), a Ucrânia (55%), a Rússia (56%), Belarus (54%), Polônia (52%) e Grécia (52%). No outro extremo, a esmagadora maioria dos entrevistados da Suécia, Dinamarca, Finlândia, Bélgica, Holanda, França, Noruega e Reino Unido são favoráveis ao aborto legal.

 
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