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Quero mandar um bjao e a musica,,BarreirasBrunno Carvalho p efis cordeiro lima com amor e carinho,,obrigada...
karla reis - goiania/go
28/03/2020 - 11:11
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Gostaria de pedir para que tocassem LAUANA PRADO (VOCÊ HUMILHA)...
Beatriz - Porangatu/Goiás
01/10/2019 - 19:53
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Quero mandar um bjao e a musica,,barreiras com cantor bunno carvalho p eginaldo amorimmcom amor e carinho,,blz...
karla reis - goiania/go
01/07/2019 - 10:18
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Que bom ouvir a Rádio Tropical aqui tbm, essa rádio faz parte da minha vida! Todas as musicas que eu peço vcs tocam. Obg. Bjuu...
Fernanda - Rio Verde/GO
06/05/2019 - 16:13
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Essa é a melhor Rádio da região, as musicas estão 100% melhores. A rádio do meu coração, que saudade de Porangatu!!...
Isabela - Brasília/Distrito Federal
30/01/2019 - 19:22
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boa noite sou de Rio Verde Go gostaria muito da ajuda de vcs para reencontrar uma pessoa muito importante para mim que mora em Porangatu ela foi separada da família dela e consegui encontrar a família dela é ela voltou para Porangatu e depois perdi o contato com eles nome dela e Maria de Lourdes Lopes tem um filho hoje com média de 25 anos pelo nome de José Henrique ela era de Maurilandia Go A mãe da Maria de Lourdes se chama Sabina, tem um irmão pelo nome de Rui e outro pelo nome de Joã...
Edna Ribeiro - Rio verde/Go
09/12/2018 - 13:19
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Rai Bom dia aqui de Goiânia ouvindo a tropical .matando saudade através de vocês. Rai admiro seu trabalho desde quando fazíamos o colegial. Parabéns.sucesso amigo. abracos pro Marcílio e toda equipe....
Andrea Cristina - Goiania/Goias
20/11/2018 - 7:50
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Aylla Vitória está internada desde que nasceu na UTI de hospital, em Goiânia. Família, que mora em Uruaçu, faz campanha nas redes sociais para conseguir comprar

Por Millena Barbosa, TV Anhanguera

 



A família de Aylla Vitória Santos da Silva, de 2 meses, está realizando uma campanha nas redes sociais na tentativa de arrecadar dinheiro para comprar o medicamento que a bebê precisa utilizar. Aylla tem linfangioma cístico, um tumor na região do pescoço que já está maior que a cabeça dela.

A família é de Uruaçu, na região norte de Goiás, porém, por se tratar de uma gestação de alto risco, o parto precisou ser realizado no Hospital das Clínicas (HC), em Goiânia. A mãe da bebê, Elaine Ricardo da Silva, 22, explica que a menina precisa fazer o uso de ampolas que custam em média R$ 450 cada.

 

"Os médicos explicaram que no caso dela não é indicado o procedimento cirúrgico porque o local está muito vascularizado. Então, o tratamento que pode ser feito é a drenagem do líquido que fica no pescoço dela, com o uso dessas ampolas", explicou.

 

Segundo a mãe, sem esse medicamento, a menina corre risco de morrer, pois a massa que se formou em volta do pescoço não para de crescer e pode acabar comprometendo a respiração da criança.

 

"As primeiras duas ampolas que foram usadas nela nós conseguimos porque os próprios funcionários do hospital fizeram uma vaquinha e compraram. Agora, eu estou tentando arrecadar o restante com amigos e familiares, mas ainda não é o suficiente", contou.

 

 

Elaine conta que a renda da família é de cerca de dois salários mínimos, vindos do trabalho dela como açougueira e do trabalho que o marido faz como borracheiro. Com outro filho de 3 anos, o dinheiro não é suficiente para pagar as contas em casa e ainda comprar o medicamento para Aylla. "Nós realmente não temos condições".

 

Remédio não é fornecido no Brasil

 

Elaine explica que as ampolas usadas para aspirar o líquido no pescoço da bebê é apenas um tratamento alternativo, usado para impedir que a massa cresça e comprometa outros órgãos, além da respiração da criança.

O tratamento mais eficiente, segundo a família, é a terapia usando o medicamento OK-432, que tem como resultado a regressão da massa tumoral. No entanto, conforme informou a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), esse medicamento não faz parte de nenhum dos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde (MS), portanto não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a família, nesta semana, foi aberto um processo no Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) para que o caso de Aylla seja analisado, para, posteriormente, buscar o melhor caminho para conseguir esse medicamento.

"Os médicos já haviam informado pra gente que esse remédio não tem no Brasil e precisa ser trazido dos Estados Unidos. Como não temos condições de comprar ele, nos restou procurar ajuda no Ministério Público. Essa semana eu já fui lá levar alguns documentos e a promotoria disse que está analisando o caso dela como prioridade para poder nos direcionar para o melhor caminho", explicou Elaine.

Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

 
 
 
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