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É De Casa
Início: 13:00 - Término: 15:00
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Jornadas repletas de criatividade, estratégia e conhecimento vão tomar novamente os corredores da OAB Paraná nas próximas semanas. Vem aí a segunda edição do Hackathon da OAB Paraná, criado para estimular o desenvolvimento de aplicativos e outras soluções tecnológicas para a advocacia.

Este ano a maratona será realizada em duas etapas. A primeira, no dia 30 de setembro, destina-se à modelagem da ideia de cada grupo participante. Ao longo das semanas seguintes deverão enfrentar desafios de programação e validação de produto para, na segunda fase, nos dias 28 e 29 de outubro, cada equipe intensificar o desenvolvimento do produto e fazer seu pitch de apresentação da solução aos jurados.

“Queremos que as equipes aproveitem o intervalo de tempo entre as duas fases para aprimorar a codificação dos protótipos”, explica Rhodrigo Deda, presidente da Comissão de Inovação e Gestão da OAB Paraná, que está organizando a maratona. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até 25 de setembro no site da OAB Paraná. Serão no máximo 25 equipes de 3 a 5 participantes. Basta que um integrante inscreva a equipe, mencionando os nomes dos demais participantes. Pelo regulamento, ao menos um dos integrantes deve ser advogado ou estudante de Direito.

 “Cada vez mais a tecnologia da informação irá impactar o Direito. Acredito ser necessário que acolhamos esse processo, compreender os novos desafios e as novas maneiras de atender melhor os clientes, resolver conflitos e trabalhar de modo eficiente com o apoio da tecnologia”, resume Deda.

 

Pioneirismo

Na primeira edição, em 2016, o Hackathon da OAB Paraná reuniu 16 equipes em mais de 30 horas de programação nos dias 15 e 16 de outubro. O evento foi o primeiro do gênero na história das Seccionais da OAB. A equipe Linus venceu a maratona ao apresentar o Jurimetric, aplicativo que emprega dados estatísticos para gerar informações que embasam as estratégias de atuação do advogado. Desenvolvido em conjunto pela advogada Bibiana Espíndola, pela designer Meline Garcia, pelos programadores Talles Borges e Lohann Ferreira e pelo economista Luiz Veloso, o Jurimetric permite otimizar o tempo na busca por jurisprudência e estimar as chances de sucesso de um processo antes de iniciar o contencioso.

Depois de vencer o Hackathon, os empreendedores correram atrás de desenvolver e viabilizar o produto. Constituíram uma startup e estão a poucos passos de lançar a produção em escala do Jurimetric. A advogada Bibiana passou a se dedicar ao projeto em tempo integral. “Não sou mais da advocacia, sou da tecnologia e dedico 100% do meu tempo ao Jurimetric”, revela.

A equipe, atualmente formada por Bibiana, Lohann, Luiz e o programador Wellington Monteiro, inscreveu o projeto e foi selecionada para receber treinamento do The Founder Institute, academia do Vale do Silício que mantém em vários países programas de aceleração de startups. Nesta incubadora, onde adquiriram conhecimento sobre plano de negócios, design de produtos, validação de ideias, entre outras informações, o Jurimetric foi ganhando forma, demonstrou ser perfeitamente viável e já chamou atenção de investidores. “A expectativa é que até o final do ano a gente tenha a primeira versão do Jurimetric rodando”, diz Bibiana. Com informações Bem Paraná.

 
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