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O total de empresas no país caiu 0,1% de 2014 para 2015 com 5 mil empreendimentos a menos, segundo dados da pesquisa Demografia das Empresas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje (4). Em 2015, foram contabilizadas 4,552 milhões de empresas ativas no Brasil. O Paraná aparece no estudo como o quinto estado com maior taxa de sobrevivência de empresas (85,1%).

As 4,6 milhões de empresas ativas, em 2015, tinham 5,0 milhões de unidades locais ativas, das quais 50,5% estavam localizadas na região Sudeste; 22,3%, na região Sul; 15,3%, no Nordeste; 8,2%, no Centro-Oeste; e 3,6%, na região Norte. Do total de unidades locais, 4,2 milhões eram sobreviventes em relação a 2014 (84,4%), 776,3 mil (15,6%) foram entradas e as saídas totalizaram 780,7 mil (15,7%) de unidades.

As regiões Sul e Sudeste apresentaram as maiores taxas de sobrevivência, 85,9% e 84,9%, respectivamente, acima da média nacional (84,4%). Em contrapartida, as maiores taxas de entrada e saída foram observadas no Norte (20,1% e 17,7%), Nordeste (17,7% e 15,9%) e Centro-Oeste (17,5% e 16,3%), assim como as menores taxas de sobrevivência (79,9%, 82,3% e 82,5%, respectivamente).

As Regiões Sudeste e Nordeste apresentaram os maiores percentuais de pessoal assalariado pela criação de novas empresas, representando 48,1% e 21,2%, respectivamente, do total vinculado às entradas no mercado em 2015.

Dentre as unidades da federação, os destaques foram São Paulo (28,6%), Minas Gerais (9,0%) e Rio de Janeiro (8,8%). As menores participações em pessoal assalariado foram observadas em Roraima (0,2%), Amapá (0,3%) e Acre (0,4%).

Veja quadro dos Estado com maior taxa de sobrevivência de empresas:

Taxas de sobrevivência por Unidade da Federação - 2015
Maiores taxas de sobrevivência:
1º Santa Catarina (87,3%)
2º Rio Grande do Sul (85,9%)
3º Minas Gerais (85,6%)
4ºEspírito Santo (85,5%)
5º Paraná (85,1%)

Nessas empresas, trabalhavam 40,2 milhões de pessoas, sendo 33,6 milhões (83,6%) como assalariadas e 6,6 milhões (16,4%) na condição de sócio ou proprietário. Em comparação a 2014, houve queda de 4,5% no pessoal ocupado assalariado, o que equivale a 1,6 milhão de postos a menos. Esta foi a primeira queda no pessoal assalariado desde o início da série, em 2008, segundo o IBGE.

Os salários e outras remunerações pagos pelas empresas totalizaram R$ 982,4 bilhões em 2015, com um salário médio mensal de R$ 2.168,91, o equivalente a 2,8 salários mínimos.

Do total de empresas ativas em 2015, 15,6% (708,6 mil) correspondiam a empresas que entraram no mercado. Por outro lado, saíram do mercado 713,6 mil empresas, o que representa 15,7% do total de empresas no país em 2015. Segundo o IBGE, a taxa de sobrevivência foi a maior da série e registrou valor de 84,4%, representando 3,8 milhões de empresas que continuaram ativas de 2014 para 2015.

As atividades econômicas que mais se destacaram nas entradas de empresas no mercado em 2015 foram comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas com 276,1 mil empreendimentos (39%). Em 2015, 37,8% das empresas criadas em 2010 ainda estavam ativas no mercado. Nesse período, as atividades que apresentaram as mais altas taxas de sobrevivência foram saúde humana e serviços sociais (54,8%) e atividades imobiliárias (50,8%). A pesquisa indica que a taxa de sobrevivência do comércio está entre as mais baixas no período (36,1%). Com informações Bem Paraná.

 
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