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É De Casa
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A produção de veículos no Brasil cresceu 27% entre janeiro e setembro de 2017 em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram produzidas 1,98 milhão de unidades no período, entre carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões. Os dados foram divulgados pela Anfavea, associação que representa as montadoras instaladas no Brasil, nesta quinta-feira (5). Na comparação com agosto, houve queda de 9,2% na fabricação de autos. A oscilação é considerada normal pela Anfavea. As vendas internas chegaram a 199 mil unidades em setembro. Houve queda de 8% na comparação com agosto, mas crescimento de 24,5% sobre setembro de 2016 -que foi o pior mês de vendas no ano passado. Os dados incluem carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões. O estoque é suficiente para atender a 33 dias de vendas, número considerado adequado pela Anfavea. O número de trabalhadores cresceu 1,3% no acumulado do ano. EXPORTAÇÕES As exportações, que cresceram 55,7% entre janeiro e setembro, ajudam a explicar a alta da produção. A Volkswagen está na frente nesse segmento, com crescimento de 76% no acumulado de 2017. A montadora já enviou 125 mil carros ao exterior neste ano. Os principais mercados para os carros brasileiros da marca são Argentina, México, Colômbia, Chile, Uruguai e Peru. ROTA 2030 O atraso nas definições do Rota 2030, política industrial que vai substituir o Inovar-Auto, já era aguardado pela entidade. A divulgação das metas do regime, previstas para agosto e postergadas para outubro, ainda não ocorreu. "Trabalhamos com a perspectiva de ter uma definição até o fim do ano. É um plano complexo, há muitas negociações ocorrendo. Primeiro se discutem conceitos, avançamos muito nesse ponto. Agora são discutidas as métricas, os detalhes", disse Rogelio Golfarb, vice-presidente da Anfavea. De acordo com o executivo, os departamentos jurídicos das montadoras e o governo avaliam se será necessário estabelecer a noventena entre o anúncio das metas e a implementação do Rota 2030. É provável que o período não seja obrigatório. A expectativa é de que o novo regime entre em vigor até abril de 2018.

 
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