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Vila Oziel Pereira-Piçarra-PASenhor locutores passe essa mensagem no ar quantas vezes for possível me a jude a encontrar meu irmão até pelo amor de Deus Chico Isaías é pai de Francisco Carlos Isaías então eu peço lhe encarecidamente que me ajudem a encontra esse rapaz hoje eu sei que ele deve ser pai de família e gostaríamos de conhecer nossos sobrinhos e rever ele porque quando nos separamos eu e ele eu deveria esta com uns 5 a 6 anos e ele com uns 3 a 4 anos porque sou mas velha do que ele...
Maria Lúcia SIlva de Lima - Vila Oziel Pereira-Piçarra-PA/Pará
27/11/2017 - 18:17
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Boa tarde meu nome é lorencia da Silva Lopes estou a procura dá minha mãe Maria de Fátima dá Silva viúva de João remoso filha de Antônia iria eu peço por favor que vocês colocasse esse anúncio na rádio o nosso telefone para contato é zero 94 992205053...
Lourenciaa da Silva lopes - Marabá/Pará
05/11/2016 - 14:52
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ola, queria a musica da simone e simaria 126 cabis tou acompanhando a programação onilne aqui em sao luis...
francisco - São Luís/MA
08/10/2016 - 14:36
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AI MEU CHEGADO DJ FLAVIO ROOTS DETONA AI AS PEDRAS PRA NOS PASSEIRO ABRAÇOS.......
12345678 - 1977/MA
20/06/2016 - 15:16
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OLA BOA TARDE,AQUI DJCURIOVIBRATION DE MIRANDA DO NORTE...
DJCURIO DE MIRANDA@HOTMAIL.COM - MIRANDA DO NORTE/MA
20/06/2016 - 15:09
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ouco todos os dias a noite a programaçao da radio cultura amo sou de sao luis mas moro no crato ha 17 anos curto muito essa radio principalmente as musicas antigas beijos....
maria stela machado bantim - crato/ce
25/02/2016 - 23:15
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ola jéssica gostaria que vc nos telefonasse .. pk seu irmão esta preocupado com vcs pois perdeu o numero do telefone de vcs ok sua amiga creidimara.. e familia............
creidimara pereira coelho - nova brasilandia do oeste rondonia/rondonia
29/01/2016 - 20:16
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estou a procura de alguem de minha familia sou filha de Herminio Honorato cardoso,e meu avó era Hororato Cardoso,meu pai tinha outros irmãos que era Deusdete,Julio ,Valdemar,Antonio Honorato,e Edigar,meu avó saiu de olho dagua dos Valdivino pires no tempo interior de esperantina no piaui,se tiver algum dos meus tios vivos,meu apelido era boneca que foi dado por meu tio Julio,se alguem tiver noticia,mande um recado nesse quadro da radio e direcione para boneca do soinho teresina ....
Rosaldina Batista Moura - teresina/piaui
18/01/2016 - 20:35
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alo pra todos da rua da cabeira miranda...
flavio - sumare/sp
05/01/2016 - 23:11
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Sempre passo por Matões do Norte quando vou pra Barra do Corda,Grajau e Formosa e acho uma cidade super charmosa,organizada e limpa e adorei o programa de radio tambem....
Marina Silveira - sao luis/MA
06/08/2015 - 17:00
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Qualquer musica para meu filho e pro meu esposo Walter....
Marina Silveira - sao luis/ma
06/08/2015 - 16:54
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bom dia pessoal; a programação estar maravilhosa; estou querendo saber as bandas do festejo;/2015 obrigado;;;...
maria josé pereira da silva - timon/ma
05/08/2015 - 10:57
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AI PROFESOR TO NA ESCUTA DO SEU PROGRA AKI EM CAMPINAS...
VAGNER BROWN - CAMPINAS/SP
06/04/2015
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Mando um alô para o meu sobrinho gilbenis conhecido como meu bichinho que mora na fazenda santa cruz e também um abraço para o meu amigo joédson que mora em Miranda do norte e a todos da família de Licar e malheiros que estão ouvindo esta ótimo programação...
edmilson lica malheiro - campinas/sp
29/03/2015
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olá boa noite muito bom a programação! manda um olô pra minha familia do ponto certo!!...
Leudilene - sumaré/sã
13/02/2015
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ALO TURMA DA RADIO CULTURA AKELE ABRAÇO OTIMO 2015 PRA TODOS MUITO SUCESSO...
NELSON CESAR - miranda do norte/ma
28/01/2015
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fala garoto...
sergio - MATOES DO NORTE=MA/ma
13/01/2015
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ola,eu tambem estou ligadinho na radio Cultura FM,um abraço pra toda galera de Matoes do Norte....
William Brian - Sao Luis/Ma
07/01/2015
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BOA TARDE AMIGOS PARABENS PELO SITE VALEU TURMA DA CULTURA FM MUITO ME ORGULHO DE JA TER FEITO PARTE DESTA EMISSORA...
LOCUTOR JUNINHO ESTRELA - MIRANDA DO NORTE/MA
05/01/2015
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Bom dia, Estou curtindo a programação, mande um aló pra minha familia, no povoado sozinho, José maria mendes e Rimunda falcão mendes...
lindomar mendes - sumaré/SP
29/12/2014
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Com as empresas segurando lançamentos desde o ano passado, a tendência é que o número de entregas e caia nos próximos anos

 

SÃO PAULO - Se o setor imobiliário tivesse de escolher uma palavra para se lembrar de 2015, ela certamente seria "distrato" - jargão usado pelas empresas, e agora também conhecido dos consumidores, para devolução de imóveis comprados na planta. Esse foi o pesadelo de incorporadoras e proprietários de imóveis novos no ano passado, quando o setor registrou recordes históricos no volume de devoluções. O levantamento mais recente da agência de classificação de riscos Fitch, com nove companhias, mostra que, de cada 100 imóveis vendidos, 41 foram devolvidos de janeiro a setembro de 2015. Isso significa quase R$ 5 bilhões de volta na prateleira de venda das grandes empresas.

"Historicamente, o porcentual de distratos girava em torno de 10%, um patamar saudável para a indústria", diz Meyer Nigri, fundador da Tecnisa e vice-presidente da Abrainc, associação que reúne as 18 maiores companhias do setor. Os distratos sempre existiram, mas eram exceção, pois o comprador que decidia se desfazer de uma unidade até a entrega das chaves em geral conseguia negociá-lo com outro interessado por um valor maior do que tinha desembolsado até ali.

Agora, vender "por fora" significa perder dinheiro, já que o preço do imóvel está em queda e as incorporadoras estão cheias de unidades para desovar. "Antes, o consumidor comprava um imóvel por R$ 100 mil na planta, vendia por R$ 150 mil e embolsava a diferença", diz um executivo de uma grande construtora. "Agora, compra por R$ 100 mil, mas descobre, na entrega das chaves, que a incorporadora está vendendo por R$ 80 mil. É difícil sustentar o mercado assim."

Essa é apenas uma das faces do problema. A outra, que também se agravou com a deterioração econômica, é a restrição ao crédito. Conseguir um financiamento no banco está cada vez mais difícil. No mercado imobiliário, esse é um momento crucial, porque a venda só se concretiza na entrega das chaves: é quando o cliente da incorporadora passa a ser cliente do banco, ao assumir um financiamento, e a empresa recebe o valor integral do imóvel. A alta da taxa de desemprego, para quase 8,5% no ano passado, atravancou esse processo. Quem perdeu o emprego ou viu sua renda cair entre a compra do imóvel e a entrega das chaves tem grande chances de ter o financiamento negado pelo banco.

Antes que isso acontecesse, muita gente se antecipou. Foi o caso do aposentado Flávio Atorre de Mello, de 63 anos. Quatro meses depois de comprar um apartamento na planta, em novembro de 2012, ele foi demitido da emissora de TV onde trabalhava como gerente de operações. De lá para cá, a Selic, taxa básica de juros da economia, passou de 7,25% para 14,25%. "Quando fechei o negócio, minha ideia era pagar o máximo possível até as chaves e depois quitar o restante com meu apartamento antigo", conta. "Mas deu tudo errado: o valor que faltaria pagar na entrega, em julho deste ano, seria de R$ 700 mil, bem mais do que vale meu apartamento, que não se valorizou e custa hoje R$ 500 mil."

Sabendo que o financiamento seria inevitável e que sua renda não passaria pelo crivo do banco, Mello decidiu, em julho do ano passado, devolver o imóvel à incorporadora. Foi lhe apresentaram o jargão "distrato" e os transtornos que estão por trás dele. Descontadas as taxas de corretagem, comercialização e despesas administrativas, a empresa propôs devolver apenas R$ 40 mil dos R$ 200 mil que Mello pagou nos últimos três anos. O caso foi parar na Justiça.

Hoje, Mello vende peças de motos pela internet para conseguir uma renda extra, e já convenceu a mulher de que a mudança de apartamento não virá tão cedo. "Difícil é passar todos os dias na frente do empreendimento, que fica a 500 metros de onde moro hoje, e lembrar que nada do que sonhamos vai se concretizar."

Disputa

Casos como esse se multiplicaram no escritório do advogado Marcelo Tapai, que se especializou no segmento imobiliário. No ano passado, das 725 ações movidas por ele, 73% eram referentes a distratos. Em 2014, o porcentual foi de 43%. O embate entre clientes e incorporadoras está sendo levado à esfera judicial porque não há uma regulamentação específica sobre a devolução de imóveis no Brasil.

De um lado, as empresas se valem do que diz a Lei de Incorporação: "O contrato de compra e venda de uma unidade é irrevogável e irretratável". Do outro, quem defende o direito ao distrato recorre a uma regra geral do Código de Defesa do Consumidor, que trata como abusivas as cláusulas que colocam o cliente em desvantagem exagerada. "Essa é sem dúvida a hipótese em questão", diz o Idec, em nota. "Já que o fornecedor, além de ficar com o imóvel, ainda terá em mãos todo o valor pago pelo consumidor, essa situação caracteriza-se um verdadeiro enriquecimento sem causa, proibido pela legislação."

As decisões, em geral, favorecem o consumidor. A Justiça tem concedido o direito de restituição entre 70% a 90% do que foi pago, com correção monetária. A retenção de 10% a 30% do valor pela companhia é para compensar despesas como publicidade, corretagem e elaboração de contratos. "Ninguém compra um imóvel pensando em devolver", diz Tapai. "Quem busca essa opção ou está desesperado ou se deu conta de que fez um péssimo negócio."

As incorporadoras estão em pânico com isso. Principalmente porque as sucessivas perdas nos tribunais coincidem com uma das crises mais graves do setor. Segundo Meyer Nigri, a Tecnisa terminou o ano com uma média de dez devoluções por dia útil. "Chegamos ao ponto de distratar o mesmo imóvel nove vezes, o que é uma aberração." A empresa teve de destacar uma equipe só para cuidar desses casos. Ainda assim, o número de distratos aumentou 46% no terceiro trimestre do ano passado, na comparação com 2014 As desistências fizeram as vendas líquidas caírem de R$ 306 milhões para R$ 135 milhões no período.

Na Rossi, o tema é tão sensível que o time criado para combater os distratos foi batizado de Swat, como a divisão de elite da polícia americana. Em 2015, até setembro, a incorporadora, que é uma das mais endividadas do setor, conseguiu reduzir os distratos para R$ 775 milhões, de R$ 990 milhões, em 2014.

Assim como as concorrentes, a Rossi tem se desdobrado para evitar que as intenções de distrato se concretizem. Entre as alternativas, as empresas estão oferecendo financiamento direto, troca por um imóvel mais barato e descontos. "Antes, o tema era tratado como exceção. Criamos uma área específica para que não vire regra", diz Fernando de Mattos Cunha, diretor financeiro da Rossi.

Em paralelo às soluções caseiras, o mercado imobiliário começou a se articular para definir regras que não afetem tão fortemente suas finanças. "Estamos em contato com o Ministério Público e com órgãos de defesa do consumidor para encontrar uma solução", diz Nigri. O argumento dos empresários é de que, ao devolver uma unidade, o consumidor coloca em risco a conclusão do empreendimento, podendo prejudicar outros compradores. "Não é só a visão do consumidor que está em jogo, mas o contrato de um bem que não está dissociado do resto e compromete outras famílias", defende Eduardo Fischer, diretor da MRV.

Com as empresas segurando lançamentos desde o ano passado, a tendência é que o número de entregas e, consequentemente, de distratos, caia nos próximos anos. Em 2016, no entanto, ele vai persistir. O relatório da Fitch estima que, se 35% das unidades vendidas forem canceladas, os distratos chegariam a R$ 6 bilhões entre as principais empresas do setor.



 
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