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Expressão é utilizada como saudação em religiões afro

O jornalista Chico Pinheiro surpreendeu no encerramento do “Jornal Nacional” deste sábado (2). Ao invés de dizer apenas o tradicional “boa noite”, despediu-se dos telespectadores emendando um “saravá”, expressão utilizada como saudação em religiões afro.
“Acabou, mas antes de encerrar eu queria lembrar que amanhã se comemora o Dia Nacional do Samba. O samba que é pai do prazer, filho da dor. É melhor ser alegre do que ser triste. A alegria é a melhor coisa que existe, assim como a luz no coração. Um saravá e boa noite pra você”, afirmou.

Trata-se da citação de um trecho da música “Desde Que o Samba é Samba”. Originalmente, a expressão era uma espécie de saudação ou cumprimento, uma corruptela da palavra “salvar”, como era pronunciada pelos escravos.

O termo está presente nos dicionários da língua portuguesa, mas o sentido com que é usado nas religiões afro –como candomblé e umbanda—é diferente. Para os adeptos, “saravá” seria a invocação de uma força que movimenta a natureza.
Como era esperado, a situação acabou chamando atenção nas redes sociais.

Um dos usuários comentou: “Se tivesse terminado com “amém”, imagina o rebuliço que ia dar… Laicidade no dos outros é refresco”. Outro provocou, dizendo “Só esperando ele dizer Allah Akbar”. Com informações Uol

 
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