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PAPO ESPORTIVO
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Com: ADEÍDES RODRIGUES e VITOR RUFFO
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Manifestantes, que também cobram aprovação de lei que cria valor mínimo para frete, impede fluxo em 18 pontos

 

Caminhoneiros bloqueiam, pelo terceiro dia seguido, rodovias federais que cortam Goiás em protesto contra a alta no preço do diesel. O número de trechos onde o tráfego está impedido para veículos de carga na manhã desta quarta-feira (23), segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), é de 18 (veja abaixo). Os manifestantes afirmam que só vão liberar os pontos após negociação para redução do valor do produto, além da aprovação de uma lei que cria um valor mínimo para o frete para categoria.

 

  • BR-050, Kms 270, 273, 279 e 283, Catalão
  • BR-060, Km 33, Alexânia
  • BR-060, Km 303, Acreúna
  • BR-060, Km 382, Rio Verde
  • BR-080, Km 116, Niquelândia
  • BR-153, Kms 691 e 699, Itumbiara
  • BR-158, Km 157, Caiapônia
  • BR-364, Kms 6 e 8, São Simão,
  • BR-364, Km 112, Aparecida do Rio Doce
  • BR-364, Km 193 e 197, Jataí
  • BR-364, Km 300, Mineiros
  • BR-452, km 0,5, Rio Verde

 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Estado de Goiás (Sinditac-GO), Vantuir José Rodrigues, em alguns trechos, os bloqueios chegam a provocar 22 km de congestionamento. Ele afirma ainda que já houve contratempos com motorista que tentaram furar o bloqueio.

A assessoria de imprensa do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) informou ao G1, por mensagem, que ocorreu apenas "falta pontual momentânea" combustíveis, "não causando transtornos para o consumidor".

A restrição é exclusiva para caminhões. Carros de passeio, ônibus e veículos que transportam cargas perecíveis são liberados em todos os pontos de interdição.

Na noite de terça-feira, os manifestantes liberaram as entradas da principal distribuidora de combustíveis de Goiânia, que também estava bloqueada em decorrência do protesto. A liberação, no Setor Novo Mundo, ocorreu após cerca de 34 horas de bloqueio.

Na segunda, a Petrobras informou que elevará os preços do diesel em 0,97% e os da gasolina, em 0,9%, nas refinarias a partir desta terça, mas já anunciou que a partir de quarta-feira (23), o valor cairá 1,54%. A escalada dos preços aconteceu em meio à disparada dos valores internacionais do petróleo.

Ato nacional

 

O ato, que começou na segunda, ocorre em todo o país e cobra a aprovação do Projeto de Lei 528, que estabelece um o piso para o frete de combustíveis no país. Além disto, a categoria reivindica a redução no preço do óleo diesel e a criação de uma tabela compensatória, que pague aos motoristas por km rodado.

"A gente quer uma tabela compensatória de, por exemplo, R$ 0,70 o km rodado por eixo, mais a excedente de peso", disse o diretor financeiro do Sinditac, Jaci Alves.

Além disso, apenas metade do valor do diesel é de responsabilidade da Petrobras, sendo a outra parcela formada por impostos e outros tributos. Por fim, pontuou que "as distribuidoras não têm a Petrobras como seu supridor exclusivo e os demais produtores e importadores praticam sua própria política de preços".

As revisões podem ou não refletir para o consumidor final – isso depende dos postos. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Aumento do diesel

 

Na sexta-feira (18), a Petrobras anunciou o quinto reajuste diário seguido no valor do diesel, que começou a valer no sábado (19). A empresa elevou os preços do diesel em 0,80% e os da gasolina em 1,34% nas refinarias.

Na véspera, a companhia elevou em 1,80% o preço da gasolina, e subiu 0,95% o preço do diesel. No acumulado na semana, a alta chega a 6,98% nos preços da gasolina e de 5,98% no diesel. A decisão de repassar o aumento do valor da combustível cobrado pela Petrobras para o consumidor final é dos postos de combustíveis.

A Petrobras explicou que os combustíveis derivados do petróleo, como o diesel, têm o preço ligados ao mercado internacional e varia diariamente. Com isso, a estatal informou que não tem o poder de formar os preços. "As revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor", consta o comunicado.

 
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