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Agenda policial
Início: 12:00 - Término: 13:30
Com: Getúlio Câmara
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Uma boa tarde...
Ednete Almeida - Fortaleza/CE
24/05/2021 - 15:06
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Boa tarde, um alô especial para Difusora Cristal...
Adriana - Quixeramobim/CE
06/05/2021 - 15:36
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Bom dia a todos da Difusora Cristal, ótimo programa, estou sempre ligado! ;)...
Reinaldo Alves - Quixeramobim/CE
30/04/2021 - 10:03
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Sou ouvinte da Difusora Cristal, a melhor da região!...
Aurenice - Quixeramobim/CE
26/04/2021 - 11:35
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Bom dia Getúlio, tudo bem meu amigo, Aki ouvido os anos carregados, se for possível toda Nilton Cesar, a namorada que sonhei, obrigado, boa Páscoa, fica com Deus....
Junior Sousa - São Paulo/São Paulo
04/04/2021 - 8:40
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Estou aqui no sofá assistindo vcs ao vivo Ouvindo esse hino maravilhoso Ofereço todos São Belnt o Veneza a todos vcs paróquia um abraço...
Goret - Jundiaí/São Paulo
14/03/2021 - 12:00
Resposta: Agradecemos a participação !
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Crédito: REUTERS/Denis Balibouse

Imagem: Logo da OMS na sede da entidade em Genebra (Crédito: REUTERS/Denis Balibouse)

 

GENEBRA (Reuters) – A variante Ômicron do coronavirus, já detectada em mais de 60 países, representa um risco global “muito alto”, com algumas evidências de que ela foge à proteção vacinal, mas os dados clínicos sobre sua gravidade continuam limitados, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A Ômicron está rodeada de incertezas consideráveis. Detectada pela primeira vez no mês passado na África do Sul e em Hong Kong, ela tem mutações que podem levar a uma maior transmissibilidade e a mais casos de Covid-19, disse a OMS em um resumo técnico emitido no domingo.

“O risco geral relacionado à nova variante de preocupação Ômicron permanece muito alto por uma série de razões”, disse a entidade, reiterando a avaliação inicial que fez da variante em 29 de novembro.

“E, em segundo lugar, as evidências preliminares sugerem uma potencial fuga imunológica humoral contra infecções e altas taxas de transmissão, o que poderia levar a novos surtos com graves conseqüências”, disse a OMS, referindo-se à potencial capacidade do vírus de escapar da imunidade proporcionada pelos anticorpos.

A OMS citou algumas evidências preliminares de que o número de pessoas sendo reinfectadas com o vírus aumentou na África do Sul.

Embora as descobertas preliminares da África do Sul sugiram que a Ômicron pode ser menos grave que a variante Delta –atualmente dominante em todo o mundo– e todos os casos relatados na região da Europa tenham sido leves ou assintomáticos, ainda não está claro até que ponto a Ômicron pode ser inerentemente menos virulenta, disse a OMS.

“São necessários mais dados para entender o perfil de gravidade”, disse a agência. “Mesmo que a gravidade seja potencialmente menor do que para a variante Delta, é esperado que as hospitalizações aumentam como resultado do aumento da transmissão. Mais hospitalizações podem representar um fardo para os sistemas de saúde e levar a mais mortes.”

Mais informações sobre a nova variante são esperadas para as próximas semanas, acrescentou a OMS.

fonte: istoédinheiro

reportagem de: Stephanie Nebehay



 

 
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